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sexta-feira, 9 de maio de 2008

Sem muitas palavras...





Deixe as cores o inebriar
E falarem por si mesmas
Suas infinitas línguas

segunda-feira, 5 de maio de 2008

Pescador de ilusões...


Jaime Silva


Pescador de Ilusões(O Rappa)


Se meus joelhos não doessem mais
Diante de um bom motivo
Que me traga fé, que me traga fé

Se por alguns segundos eu observar
E só observar
A isca e o anzol, a isca e o anzol
A isca e o anzol, a isca e o anzol
Ainda assim estarei pronto pra comemorar
Se eu me tornar menos faminto
E curioso, e curioso
O mar escuro, é, trará o medo lado a lado
Com os corais mais coloridos

Valeu a pena, ê ê
Valeu a pena, ê ê
Sou pescador de ilusões
Sou pescador de ilusões (bis)

Se eu ousar catar
Na superfície de qualquer manhã
As palavras de um livro sem final
Sem final, sem final, sem final, final

Valeu a pena, ê ê
Valeu a pena, ê ê
Sou pescador de ilusões
Sou pescador de ilusões (bis)

domingo, 4 de maio de 2008

Os gigantes e os moinhos


Por Paulo Penicheiro

Cuidado com os moinhos
Se você olha com olhos Quixotescos
Mesmo se assim for
Calma, até mesmo moinhos desistem de lutar com o tempo
E podemos passar tranquilos

A gente espera...


Por Paulo Santos

A gente espera...
Por uma solução
Para tudo que nos aflige
É apenas amor
Que deveria estar em tudo

A obra de arte dentro de si


Me digam, como o corpo humano pode ser tão belo, tão magnífico em todos os seus mistérios, convivendo, se relacionando e mesmo resproduzindo em suas formas a beleza da mão natureza.
Créditos

sexta-feira, 25 de abril de 2008

Dança


Interlúdio

Quem dança seus males espanta

Roda Viva


O ANTIGO MP3

Roda Viva
Tem dias que a gente se sente
Como quem partiu ou morreu
A gente estancou de repente
Ou foi o mundo então que cresceu
A gente quer ter voz ativa
No nosso destino mandar
Mas eis que chega a roda-viva
E carrega o destino pra lá
Roda mundo, roda-gigante
Roda-moinho, roda pião
O tempo rodou num instante
Nas voltas do meu coração

A gente vai contra a corrente
Até não poder resistir
Na volta do barco é que sente
O quanto deixou de cumprir
Faz tempo que a gente cultiva
A mais linda roseira que há
Mas eis que chega a roda-viva
E carrega a roseira pra lá
Roda mundo (etc.)

A roda da saia, a mulata
Não quer mais rodar, não senhor
Não posso fazer serenata
A roda de samba acabou
A gente toma a iniciativa
Viola na rua, a cantar
Mas eis que chega a roda-viva
E carrega a viola pra lá
Roda mundo (etc.)

O samba, a viola, a roseira
Um dia a fogueira queimou
Foi tudo ilusão passageira
Que a brisa primeira levou
No peito a saudade cativa
Faz força pro tempo parar
Mas eis que chega a roda-viva
E carrega a saudade pra lá
Roda mundo (etc.)

Dúvida...



Mauro Holanda
Volta e meia volto a pensar, uma dúvida me assalta: como viver minha própria vida?
Existem tantos fatores a se pensar, os sonhos, as metas, os companheiros de estrada, afetos e desafetos. E se não bastasse as coisas que sabemos tem as que não conseguimos fazer, mesmo dependendo de nós, outras porque dependem dos outros.
Ai, ai (suspiro)...
Me leva a seguir em frente saber, entre tantas pessoas algumas são capazes de mudar o mundo ou o mundo de alguém, pra melhor, no fim das me parece que só isso vale a pena.
Ateh

sexta-feira, 18 de abril de 2008

Frio...


Itália, Legnano
Copyright 2008 - Ananda Bass
Começa o frio por esses idos de abril. Na realidade não gosto de frio, mas estou tentando fazer as pazes com ele...

sábado, 12 de abril de 2008

"Ajude-me!!!"


Isso foi numa aldeia em Laos, mas ajuda é ajuda em todo lugar.
As vezes vejo que perdemos a capacidade, dentro desse mundo maluco, de expressar nossos pedidos de ajuda. Eles saem pelas entrelinhas, nos nossas doenças cotidianas, um mau humor uma TPM e não era nada disso. Não era o óbvio. A nossa volta, as pessoas também parecem destreinadas para enxergar pedidos nas entrelinhas.

terça-feira, 8 de abril de 2008

Pela sustentabilidade: ecônomia, ambiental e das relações humanas


Meu manifesto, por relações sustentáveis.
Que assim como ao ambiente, não se retire mais do que se dê.
Que prese pelo equilíbrio dinâmico, que se crie coisas positivas, novos meios de mesmo sendo humanos, humanos nos erros, sejamos criadores de alternativas para sustentar o Amor.

segunda-feira, 7 de abril de 2008

O Cotidiano Israelense- Por Daniel Quevedo



Ás vezes na minha vida, queria uma sombrinha mágica, de aparar de mim os raios de sol das coisas que eu não sei lidar
Ficar na sombra pra não ver os erros dos outros nem os meus próprios
Tirar do meu olho aquela luz que me cega e eu não consigo enxergar as tantas coisas bonitas e as tantas coisas que eu posso tornar belas também
E ter um colorido sobre mim, algo que dissesse ao mundo, esse é meu desejo de ser feliz, vem ser feliz comigo!

sexta-feira, 4 de abril de 2008

Da série: Um infinito chamado Pampa (Edelweiss Bassis)


Todos os Direitos Reservados - Copyright 2008 EDELWEIS BASSIS
Confiaram mais

Do lugar onde eu venho...

quarta-feira, 2 de abril de 2008

Conflitos no Tibet...



Nada pode ser pior...

Novos Links

Para bicicleteiros de plantão eu adicionei mais três links de blogs:

Pedivela
Bicicletada Poa
Ciclistas Anônimos

Pra quem curte um pedal se informar!
Ateh



Joseph Koudelka, Carnaval em Olomouc (Checoslováquia), 1968
http://morel.weblog.com.pt/2007/03/um_anjo_de_bicicleta.html

sábado, 15 de março de 2008

Putos de cabinda

Esse é o nome da foto, provavelmente o lugar de onde foram tiradas...
Bom, mas independente do lugar criança é muito legal, trabalhar com elas é melhor ainda, porque elas te retribuem esse sorriso e abraços que não cabem numa foto.
E hoje foi bom por isso, todos os sorrisos e abraços que quando eu tiver fotos de verdade eu posto.
ps.: hoje teve dia de Ação Solidária no Castelinho em Viamão
Ateh

sexta-feira, 14 de março de 2008

Regressar pra casa...


É sexta, hora de regressar pra casa, pra tranquilidade (dos trabalhos já acumulados, para a roupa por lavar, afh e eu amo a minha vida mesmo assim.

quinta-feira, 13 de março de 2008

ps.:


Na velhice tb quero andar de bicicleta!

O tempo...


Como são lindas as marcas que o tempo deixa, junto com a serenidade de uma sabedoria de anos de longas histórias que a vida nos conta ao pé do ouvido. Na velhice eu quero poder escutar todas elas. Todas as que agora eu mal consigo pegar o enredo em meio a tanto compromisso, o tempo vai me arrastando...

Linhas da vida...

Serão linhas...

Ou caminhos...